As propostas a serem apresentadas pelo grupo serão elaboradas com a ajuda do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com o assessor especial da Presidência da República, Sandro Mabel, será por meio dessas duas entidades que o governo organizará as políticas a serem implementadas. Ele antecipou que, entre elas, não haverá espaço para se criar mais subsídios. “Este fórum será nacional e, conforme surjam os problemas, como é o caso das empreiteiras [envolvidas na Lava Jato], a ideia é operacionalizar as mudanças e ações que precisam ser feitas".
Mabel antecipou que a prioridade abrangerá medidas para setores que se encontram em situação mais complicada, caso dos setores automotivo, de construção civil, construção pesada e setor químico. “Vamos discutir cinco ou seis setores inicialmente e depois aumentar", disse ele. (Agência Brasil)


