- Ainda que ele nada tenha a ver com os episódios, hoje sob investigação, de torturas e desaparecimentos ocorridos à época da ditadura, a sua suspeição é evidente pelas funções que exerce atualmente - justificou. O general foi chefe do DOI-CODI do Rio de Janeiro quando o ex-deputado Rubens Paiva foi assassinado, em 1971 e, agora, seu filho tem o poder de impedir que informações sobre o período venham a público


