De acordo com o inquérito, Carlos Miranda seria o operador de Sérgio Cabral e figura como sócio do ex-governador na empresa SCF Comunicação e Participações Ltda. Segundo a Polícia Federal, Wilson Carlos era o homem de confiança do ex-governador e foi seu secretário de governo.
Cabral e a ex primeira dama Adriana Ancelmo tiveram prisão preventiva decretada pela 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, depois de terem sido denunciados pelo Ministério Público Federal. Eles respondem pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Cabral também responde por corrupção passiva.
A Agência Brasil tentou contato com a defesa do ex-governador, mas não obteve retorno. (Agência Brasil)


