Já o índice de clima empresarial aumentou, atingindo em outubro 4,8, ante 4,5 registrado em setembro. O índice, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com o LIDE - Grupo de Líderes Empresariais, é uma nota de 0 a 10, resultante de três componentes com o mesmo peso: governo, negócios e empregos.
Segundo os entrevistados, entre os fatores que impedem o crescimento das empresas, em outubro o Cenário Político (41%) mantém os altos percentuais registrados no mês anterior, porém com queda - em setembro o índice apontava 50% -, seguido de Carga Tributária (25%), Taxa de Juros (18%) e Nível de Procura (16%). Questionados sobre qual a área que o Brasil mais precisa melhorar, os empresários apontaram a Educação (32%) e a Política (31%) como as principais, seguida por Infraestrutura (27%), Segurança (7%) e Saúde (3%).
O Cenário Político se mantém como o tema mais preocupante na atual conjuntura (81%), seguido da Inflação (16%), Câmbio (2%) e Crise Internacional (1%).
O LIDE-Grupo de Líderes Empresariais tem 1.700 empresas filiadas (com as unidades regionais e internacionais), que representam 52% do PIB privado brasileiro. O objetivo do Grupo é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no Brasil, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas comunitários.


