- Vamos além das 10 medidas para melhorar transparência, controle e combate a corrupção no Brasil - afirmou Lorenzoni. Entretanto, independente do que for acrescido, já há pontos polêmicos, impasses e pouco consenso em torno das medidas elaboradas pelo Ministério Público Federal, no decorrer da Operação Lava Jato. O projeto chegou ao Congresso com dois milhões e meio de assinaturas, colhidas ao longo de quatro meses de trabalho, em que diversos segmentos foram ouvidos.
Um dos pontos nevrálgicos está no primeiro tópico do texto original que trata da prevenção a corrupção, transparência e proteção a fonte de informação. Neste ponto, o MPF sugere os chamados testes de integridade, que seriam, segundo os procuradores, "uma simulação de situação", sem o conhecimento do agente público ou empregado, com o objetivo de testar sua conduta moral e predisposição para cometer crimes contra a administração pública". De acordo com os procuradores, organismos como a Transparência Internacional e a Organização das Nações Unidas (ONU) incentivam essa prática, mas delegados e outros setores rechaçam a ideia. (Agência Brasil)


