Já somam R$ 11.999.790,17 os primeiros cortes promovidos pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) em contratos diversos da Casa com fornecedores. Foi esse o número apresentado pela Diretoria Geral da Casa na reunião realizada na última terça-feira (26). Assim que assumiu, no dia 2 de fevereiro, o presidente Jorge Picciani (PMDB) formou uma comissão para estudar todos os contratos da Alerj para reduzir despesas.
Esses números não incluem a economia feita com a redução do auxílio-educação (mais R$ 15 milhões/ano) nem com a diminuição da cota de selos de 3 mil para mil unidades/mês por deputado (outros R$ 3 milhões/ano). Com a soma, o total até agora é de cerca de R$ 30 milhões/ano. Picciani pediu para que a comissão encarregada de renegociar e verificar todos os contratos continue este trabalho por, pelo menos, mais 30 dias, incluindo diligências presenciais para verificar o cumprimento dos contratos. Entre os cortes, está a redução de 25% no aluguel de vagas no Terminal Menezes Cortes, o que representa uma economia de R$ 637.532,00 por ano.


