Diretores de organizações que administravam unidades de saúde em Duque de Caxias foram convocados para depor nesta terça-feira (15) na 59ª DP (centro). Segundo o delegado titular Cláudio Vieira, já foram ouvidos alguns médicos e representantes do governo municipal, entre eles o secretário de Governo Luiz Fernando Couto e o procurador André Marques. As entidades são acusadas de tentar impedir o atendimento da população no último sábado (12), sendo, porém, impedidas pela prefeitura. O prefeito Alexandre Cardoso acredita que a atitude é uma retaliação, uma vez que o município rescindiu os contratos das duas entidades - IGEPP e A Marca - no último dia 11 e poderá contratar uma nova por um prazo de seis meses. Por enquanto, a gestão das unidades foi assumida pela prefeitura.
A Marca não foi localizada pelo Capital e a Secretaria de Comunicação da prefeitura, por sua vez, preferiu não comentar o assunto. O Instituto de Gestão em Políticas Públicas (IGEPP) disse, em nota, que o cancelamento do contrato de apoio à gestão do Hospital Moacyr do Carmo “pode gerar consequências na saúde do município". Acrescentou que “está há cinco meses sem receber os repasses integrais do contrato de apoio à gestão do hospital, mas ainda assim, tem mantido os serviços a população com a atenção e qualidade a que foi confiado".


