À zero hora do domingo (26), o Horário de Verão chega ao fim e os brasileiros que vivem nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste devem atrasar o relógio em uma hora. Essa edição do horário começou dia 16 de outubro e teve duração de 133 dias, o período mais longo desde a implantação do Horário, em 1985. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) previa uma economia para o Brasil, no período, que podia variar entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões durante o período. No período, a ONS prevê a diminuição da demanda em 4,6%, ou o equivalente a 2.650 megawatts (MW).
Os ganhos referentes ao custo evitado na segurança operacional resultarão em benefícios econômicos de R$ 103 milhões, com a redução de geração térmica, no período de outubro de 2011 a fevereiro de 2012. Desse total, R$ 4,5 milhões referem-se ao despacho de térmica evitado nas usinas no subsistema Sul, R$ 95,5 milhões no subsistema Sudeste/Centro-Oeste e aproximadamente R$ 3 milhões no estado da Bahia. Os ganhos referentes ao custo evitado de geração térmica devido à redução prevista no horário de pico no SIN poderão ser da ordem de R$ 77 milhões.
Os ganhos referentes à racionalização de investimentos em geração e/ou transmissão para o atendimento ao aumento de carga do período de verão poderão ser traduzidos pelo custo evitado de investimento na construção de térmicas a gás natural (US$750/kW), para atender à ponta, da ordem de US$ 2,1 bilhões ou R$ 3,8 bilhões no SIN.a


