Segundo Almeida, os estudos deverão ser concluídos em 6 meses e depois serão submetidos ao Conselho Nacional de Política Energética. "Temos áreas extremamente significativas nesta condição, que é o caso de Carcará. Temos áreas extremamente relevantes, talvez não tão significativas, como o caso de Gato do Mato, operada pela Shell, e temos áreas menores que extrapola a área de concessão com volumes pequenos. A ANP terá mais um tempo para fazer a preparação da licitação, de maneira, que talvez em 2017, seja possível fazer já esta contratação", disse.
O secretário informou que o governo pretende adotar outras medidas para estimular o ambiente de negócios no setor de petróleo. Ele destacou que, por exemplo, a Bacia de Campos está em declínio de produção e precisa de investimentos novos. Além disso, a maioria das concessões deve terminar em 2025. A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, lembrou que dos 2,5 milhões de barris/dia produzidos no Brasil, cerca de 1,5 milhão vem do pós-sal e quase 200 mil de terra, todos sem exigência de conteúdo local. Chambriard destacou que o governo, na renovação de 300 contratos, vai cobrar produção de tecnologia nacional. “Tudo isso vai acontecer nos próximos anos". Ela disse ainda que há interesse em ampliar a produção de gás, não apenas na área do pré-sal, como também em terra, em águas rasas e em águas profundas no pós-sal. “Essa área é de interesse para nós, porque nem só de empresas grandes e de grandes fornecedores de bens e serviços vive esta indústria". (Agência Brasil)


