Na tentativa de buscar soluções para o problema de distribuição de água em Duque de Caxias, vereadores se reuniram com representantes da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), no plenário do Legislativo. O encontro, além dos vereadores, contou ainda com a participação de populares, que levaram situações pontuais de bairros diversos.
O diretor de Distribuição e Comercialização Metropolitana da Cedae, Marcello Barcellos Motta, fez questão de ressaltar que Caxias não é autossuficiente em água e, portanto, não seria viável municipalizar o serviço de distribuição. “Estamos preocupados em buscar soluções para a Baixada Fluminense. Para tanto, existem tratativas para se conseguir um financiamento junto ao BNDES no valor de R$ 3 bilhões para viabilizar um pacote de obras essenciais". Com a liberação da verba, segundo ele, a intenção da Cedae é priorizar a criação de uma nova subadutora no bairro Olavo Bilac, ampliação na Taquara, implantação do sistema de distribuição no Lote XV, melhorias no Parque Fluminense e tomar a outorga de captação da represa de Saracuruna da Petrobras. “Não são obras imediatas, levariam cerca de quatro anos para serem concretizadas", admitiu.
Atentos à urgência do caso na cidade, os vereadores cobraram soluções imediatas para o problema de distribuição de água. “Essa situação já se arrasta há muitos anos, estamos cansados de promessas para o futuro, o povo precisa de água nas torneiras hoje", disseram. Participaram da reunião, proposta pela vereadora Fatinha (Solidariedade), os vereadores Boquinha (PDT), Claudio Thomaz (PRTB), Doutor Maurício (PR), Fabrício Cordeiro (PT), Juliana do Taxi (PROS), Marquinho Oi (Solidariedade), Moa (PT), Nivan de Almeida (PDT), Osvaldo Lima (PSC) e Wendell (PMDB).


