Primeira-dama e equipe de Assistência Social visitam famílias afetadas por chuvas torrenciais

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A primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, acompanhada da equipe de assistentes sociais da Prefeitura de Cuiabá, realizaram, na última segunda-feira (19), uma visita às famílias dos bairros Jardim Araçá e Santa Izabel que tiveram as casas invadidas por enchentes decorrentes das fortes chuvas dos últimos dias.

Ruan Cunha

De acordo com o levantamento prévio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Humano (SMASDH), 17 famílias foram afetadas, sendo que sete delas tiveram prejuízos materiais irreparáveis, as casas foram praticamente destruídas.

“A água batia no meu joelho. Acordei assustada, não deu tempo de fazer nada. Só peguei as crianças e coloquei em cima de alguns móveis e foi o que pude fazer no momento”, contou a Edna Maria da Costa, moradora da rua Clara Nunes, uma das mais prejudicadas com os temporais.

Segundo a secretária adjunta de Assistência Social, Hellen Janayna, todas as famílias identificadas, conforme a visita da equipe de assistência social, foram inseridas nos programas sociais da Prefeitura, porém aquelas com grandes perdas materiais dependem de forma voluntária e solidária de ajuda, uma vez que, o Executivo municipal não dispõe de orçamento para essa forma de ajuda.

“Dentre essas famílias estão as que perderam móveis, utensílios, roupas, fogões, geladeiras, guarda-roupas, entre outros. Porém, a Secretaria não tem recursos para esse tipo de aquisição de bens permanentes. Então, nós cadastramos essas famílias para receberem os serviços sociais como entrega de alimentação emergencial, kits de higiene e limpeza e leite para as famílias que têm crianças”, explicou.

Para a primeira-dama Márcia Pinheiro esse é um momento de unir forças devido à competência da Prefeitura, em determinadas áreas, ser limitada.

“É nosso dever enquanto cidadãos oferecer ajuda, ser solidário e poder buscar uma doação aqui, outra ali. Essas famílias perderam tudo praticamente, então é hora de ser solidário e buscar formas para amenizar o sofrimento dessas pessoas porque o Poder Público não consegue atender todas as demandas”, externou.

Da redação/Sicom

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